Entendo perfeitamente que a frustração deixada pelos fracos resultados das autárquicas levem à tentação fácil de despejar amarguras pessoais e até à tentativa de responsabilizações. Entendo perfeitamente… Mas já não entendo que depois de todo este tempo que já tivemos de reflexão, se continuem a lamber feridas ao invés de as deixar cicatrizar. Não entendo que se criem situações de oportunismo para ataques pessoais mal disfarçados e até, nalguns casos, para auto-desculpabilizações de atitudes e de tomadas de posição ( a meu ver ) indesculpáveis. É por demais evidente que terá que ser feita uma análise muito profunda de causas-efeito. É por demais evidente que ( eventualmente ) errámos nalgumas estratégias. Mas o que importa é estar de peito aberto, de militância activa, de vontade mais forte que nunca para as batalhas que aí vêm. E é precisa humildade para assumir a necessidade da aprendizagem autárquica que nunca fizemos e urge ser feita. È fácil criticar mas devemos lembrar-nos que a crítica só faz sentido quando é construtiva. Treinadores de bancada já chegam no futebol…!
Paulo césar
A critica deve pois ser considerada, quando feita por quem dá às lutas pelo menos um pouco de si. O que me entristece é que os campeões das criticas,são sempre aqueles, que mais nada fazem senão isso. As criticas ´~ao precisas, mas mais importante do que as criticas é o arregaçar as mangas e começar a preparar as eleições de 2013 e essa prepração já devia ter começado ontem. Não esqueçamos que as campanhas são o dia a dia no terreno e a sabermos transmitir o que de importante fizermos.
ResponderEliminarCamarada, estamos cá para lutar dia a dia por um novo Portugal onde possamos ser todos pessoas de corpo inteiro, sem medos, sem fingimentos, pura e simplesmente termo9s a liberdade de EXISTIR.
registo este blog, para que seja visita continua...
ResponderEliminarUm abraço!
Tenho andado aqui vai, não vai, para deixar ou não o meu comentário sobre este teu texto.
ResponderEliminarMas, depois do fim-de-semana, resolvi que o faria.
A discussão é mais que necessária (está bem, eu sei, sou de uma geração que fala sempre e muito sobre tudo e nada e, ainda por cima, sou mulher) - é que sem ela, tu não podes saber o que correu bem, o que correu mal e, mais importante do que isso, o que deve ser feito a partir daí.
E é na discussão, é a fazê-la, que se aprende que ela não serve para só lamber feridas, para desresponsabilizações, ou ataques pessoais...
Tu sabes, eu sei que tu sabes, que a organização não pode resultar apenas da boa vontade e da capacidade de arregaçar as mangas. As tarefas têm que fazer sentido, porque parte de uma estratégia, na definição da qual todos e todas se sentiram envolvidos - e este será provavelmente o grande busílis dos partidos políticos, mesmo (parece-me agora)do Bloco, cuja organização interna não é igual à dos outros partidos.
Não, não, não, minha querida Lena, não me fiz entender. Claro que a discussão é precisa e eu concordo que a façamos. Mas o que certas discursices fizeram foi tudo menos uma discussão isenta e democrática. Sobretudo porque vieram de pessoas que a nível de trabalho prático no terreno, nem se vislumbraram e sem ele só a discussão na procura de protagonismo também não chega, como decerto concordarás.
ResponderEliminarpaulo césar